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Você conhece a cultura maker?

Podemos traduzir a palavra maker por “aquele que cria algo”. Esse conceito pode ser empregado em várias coisas. Entretanto, algumas áreas se destacam, como o empreendedorismo, a tecnologia e a educação.

Você já ouviu falar na expressão “do it yourself”? Ela significa “faça você mesmo” e tem relação com a cultura maker. Afinal, o movimento prega a ação e a prática, em vez do excesso de conceitos.

O movimento e a cultura maker

Baseado no “do it yourself”, que inicialmente consistia em criar coisas personalizadas em momentos de crise econômica, esse conceito foi criado por volta de 2005, quando foi se popularizando cada vez mais, principalmente lá fora. No Brasil, não é muito falado, embora o interesse pela prática tenha aumentado.

O movimento maker na educação

O sistema de ensino do Brasil sempre teve forte característica teórica. Os alunos ainda usufruem da voz e escrita do professor e de demasiada leitura. A teoria é importante para fundamentar o conhecimento, mas só com ela não se vai muito longe.

Quase sempre, a educação não vai muito além da teoria. Desde o ensino fundamental até o ensino superior, o mesmo padrão é seguido. Isso pode causar desinteresse ou incerteza profissional por parte dos alunos.

O excesso de teoria possui duas grandes desvantagens:

– O processo de aprendizagem se torna artificial e mais difícil.

– O aluno não tem ideia real da rotina de exercer certa profissão.

Portanto, implementar a cultura maker na educação visa aproximar os alunos da prática e fazer com que eles tenham ideias e possam executá-las em forma de projeto. Afinal, é preciso fazer para aprender de verdade. A criação gera o verdadeiro conhecimento.

A cultura maker na tecnologia

O Photoshop é um exemplo vivo dessa cultura na tecnologia, há muito tempo utilizado principalmente por designers, fotógrafos e outros profissionais.

O software 99jobs para Negócios, que gerencia vagas e candidaturas de emprego, é outro exemplo de como essa cultura pode ser empregada na tecnologia. Há dois pontos aqui:

– Os desenvolvedores, que programaram o sistema e criaram uma ferramenta útil e inovadora para simplificar o processo seletivo.

– O empreendedor e o gerente de RH, que utiliza da ferramenta para facilitar, agilizar e exercer sua função profissional de maneira diferenciada, inovadora e eficiente.

Enfim, através da tecnologia, é possível criar uma infinidade de coisas.

A relação do maker e o empreendedorismo

Uma das coisas que mais caracterizam um empreendedor é o processo de fazer as coisas acontecerem. Ideias muitos têm. Contudo, uma ideia, por si só e sem execução não vale nada, segundo alguns especialistas na área.

A tecnologia pode entrar a favor. Você pode usar do desenvolvimento de software para criar uma nova ferramenta ou a raiz de uma nova start-up, mudando algum mercado já existente e implementando novos meios de fazer as mesmas coisas. Por outro lado, você pode utilizar ferramentas já existentes para fazer sua ideia acontecer. Aí vai da sua necessidade, desde divulgar ou planejar o seu negócio até prototipar um novo produto ou serviço.

Agora você entendeu em que consiste a cultura maker e como ela se integra na educação, tecnologia e empreendedorismo. Basta fazer bom uso dela em alguma atividade que você pratica.

Você já conhecia e já usufruiu alguma vez dessa prática? Quais foram os seus resultados? Comente abaixo! Queremos saber sua opinião sobre o assunto.


Fonte: Passa no RH - 99Jobs.com 

04/05/2016


 

         


 
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